Meio Ambiente

Após 60 dias, manchas de óleo crescem e dependem da ação de voluntários no Nordeste

Autoridades buscam parâmetros para medir contaminação na água do mar

01/11/2019 11h49Atualizado há 1 mês
Por: Rafael Sobral
Fonte: GazetaWeb
Divulgação
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Levantamento feito pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], mostra que Alagoas tem 35 áreas afetadas pelo óleo que atingiu as praias do Nordeste. Os dados foram atualizados nesse domingo (27), pela gestão de emergência ambiental. Como a fauna marinha também foi atingida diretamente, pelo menos 20 animais já foram vistos oleados na costa alagoana.

O setor responsável pelo monitoramento do desastre informou que, no Estado, foram observadas três localidades com manchas, dois deles na Barra de Santo Antônio e outro em Barreira do Boqueirão, em Japaratinga. 

Nestes trechos, o volume grande de petróleo que chegou até a areia da praia chamou a atenção das autoridades e mobilizou centenas de voluntários para a limpeza. Pelo menos uma tonelada de resídios foi recolhida somente destes pontos.

Além das manchas, vestígios esparsos e em menor quantidade de óleo foram percebidos em 32 áreas da costa alagoana. De acordo com o Ibama, o produto se espalhou por outros trechos de praias em Paripueira, Barra de Santo Antônio, Passo de Camaragibe, Porto de Pedras, Japaratinga, Maragogi (no Litoral Norte), além de Maceió, Barra de São Miguel, Coruripe, Marechal Deodoro (Francês), Piaçabuçu e Roteiro.

Mais sete áreas no litoral de Alagoas foram analisadas, mas as manchas ou os vestígios de óleo não foram encontrados. 

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